domingo, 10 de abril de 2011

10 escritores que morreram em 23 de abril - Dia Mundial do Livro

O dia 23 de abril, é a data que se comemora o Dia Mundial do Livro, foi instituído pela Unesco em 1995 criado com o intuito de promover a leitura, a publicação de livros e a proteção da propriedade intelectual por meio dos direitos autorais. A escolha foi feita em homenagem a uma grande quantidade de autores falecidos no dia, veja:

1 - Miguel de Cervantes, em 23/04/1616  [Calendário Gregoriano]
2 - William shakeaspeare, em 23/04/1616 [Calendário Juliano]
3 - Garcilaso de La Vega, em 23/04/1616
4 - Jules Amédée Barbey d'Aurevilly, em 23/04/1889
5 - Gregório da Fonseca, em 23/04/1934
6 - Teresa de La Parra, em 23/04/1936
7 - Josep Pla, em 23/04/1981
8 - Bertus Aafjes, em 23/04/1993
9 - P. L. Travers, em 23/04/1996
10 - Paul Erdman, em 23/04/2007

listasliterarias.blogspot.com/.../10-escritores-que-morreram-em-23-de.html


domingo, 3 de abril de 2011

VII SELIMEL

TEMA 2011: Ensino de Língua e Literatura: práticas, estágios e políticas
09 a 12 de agosto de 2011

O primeiro SELIMEL – Seminário Nacional sobre Ensino de Língua Materna eEstrangeira e de Literatura - realizou-se em maio de 1997, trazendo como tema: “Língua materna e estrangeira: descrição e ensino”. Desde então, priorizou discussões que envolvessem ensino e suas especificidades: concepções de Língua; metodologias; espaços presenciais e virtuais de ensino; produção de material didático, entre outros demandados pela instituição escolar; currículos acadêmicos e escolares; e desafios do fazer docente.
 Por seu histórico, o SELIMEL tem se consolidado nacionalmente como um evento que promove debates e fomenta outros sobre o ensino de língua e suas literaturas, e agrega, em torno de um objetivo comum, professores pesquisadores de todo o Brasil, professores da educação básica e estudantes de Letras e Pedagogia, em especial.
 Em sua sétima edição, a temática “Ensino de Língua e Literatura: práticas, estágios e políticas” objetiva tratar das determinações políticas que orientam o ensino de línguas e suas literaturas, assim como dos impactos que se revelam na formação inicial do professor, especialmente, na etapa de estágio; e nas mais diversas práticas de ensino do cotidiano acadêmico e escolar.
As modalidades de participação do evento incluem:

Datas Importantes:
Para inscrições de comunicação nos GTs, sessões coordenadas, minicursos e pôsteres:
Especificações
Datas
1ª chamada
28/02/2011 a 10/04/2011
2ª chamada
11/04/2011 a 08/05/2011
Divulgação dos trabalhos aprovados
Até 15/05/2011
Pagamento da inscrição
Com carta de aceite – 11/03/2011 a 29/05/2011


Envio do trabalho final para publicação
Até 12/06/2011


CHARLES PIERRE BAUDELAIRE *9 de abril de 1821 + 31 de agosto de 1867. Foi um poeta e teórico da arte francês. É considerado um dos precursores do Simbolismo, embora tenha se relacionado com diversas escolas artísticas. Sua obra teórica também influenciou profundamente as artes plásticas do século XIX.
Em 1857 é lançado o livro “As flores do mal”, contendo 100  poemas. Este, que é o maior título de sua carreira, contém poesias que datam de 1841. O livro é acusado no mesmo ano, pelo poder público, de ultrajar a moral e aos bons costumes. Os exemplares são retidos e autor e editora são obrigados a pagar uma multa. Essa censura se deveu a apenas seis poemas do livro, que foram retirados da edição, sendo publicados apenas postumamente. Após a aceitação da sentença Baudelaire escreveu seis novos poemas “mais belos que os suprimidos”, segundo ele. O autor também foi alvo da hostilidade da imprensa, que o julgava um subproduto degenerado do Romantismo. Porém, sua carreira foi admirada e elogiada por Vitor Hugo e Gustave Flaubert, entre outros.
Baudelaire foi um escritor que avançou as fronteiras dos costumes em sua época, lançando-se também como crítico de arte. O poeta tornava-se um crítico que buscava um princípio inspirador e coerente nas obras de arte e os escritos que o revelam nesse segmento só foram publicadas em 1868. Baudelaire atuou também como tradutor do escritor americano Edgar Allan Poe, a partir de 1848. Baudelaire e Antônio Maria O famoso samba-canção intitulado...
Não podendo suportar o amor, a Igreja quis ao menos desinfectá-lo, e então fez o casamento. Charles Baudelaire

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Abril: mês de aniversário de nascimento e morte de Shakespeare

Elenco da peça "Noite de Reis", uma das que homenageia o dramaturgo

 

Elenco da peça "Noite de Reis", uma das que homenageia o dramaturgo









Que o inglês William Shakespeare é um dos escritores mais importantes da história do mundo você já sabe. Coincidentemente, o homem que mudou os rumos do teatro, alterando o formato do palco e a posição do público perante a peça, nasceu e morreu no mesmo dia, em 23 de abril (1564-1616). 
Sua obra carrega personagens com aspectos psicológicos delineados e tem um reinado ou um período histórico com significado específico expressado pela estrutura dramática na qual o inglês ocultava-se de maneira curiosa.
www.colheradacultural.com.br/...

quinta-feira, 31 de março de 2011

VOCÊ SABIA?

Usuários do serviço de busca do Google se depararam hoje com um logotipo especial: ele mostra um experimento científico em homenagem ao químico alemão Robert Bunsen. O cientista nasceu em 31 de março de 1811 e morreu em 16 de agosto de 1899.
Reprodução
Logotipo da busca do Google lembra o 200º aniversário de Robert Bunsen
O logotipo mostra uma das principais contribuições de Bunsen à ciência. Ele aperfeiçoou o queimador de gás, hoje conhecido como bico de Bunsen, que foi inventado pelo cientista britânico Michael Faraday em 1785. Além disso, o cientista descobriu os elementos césio e rubídio.
O cientista alemão morreu aos 88 anos em Heidelberg (Alemanha), onde passou grande parte de sua carreira como pesquisador e professor. Dez anos antes, quando Bunsen se aposentou, continuou se dedicando à pesquisa, mas de geologia e mineralogia.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Creio




 

CREIO que a função principal da escola é a de desenvolver ao máximo a competência da leitura e da escrita em seus alunos.
CREIO na leitura, porque ler é conhecer - o que aumenta consideravelmente o leque de entendimento, de opção e de decisão das pessoas em geral.
CREIO na leitura como uma reação ao texto, levando o leitor a concordar e a discordar, a decidir sobre a veracidade ou a distorção dos fatos, desmantelando estratégias verbais e fazendo a crítica dos discursos - atitudes essenciais ao estado de vigilância e lucidez de qualquer cidadão.
CREIO na escrita como instrumento de luta pessoal e social, com que o cidadão adquire um novo conceito de ação na sociedade.
CREIO que, quando as pessoas não sabem ler e escrever adequadamente, surgem homens decididos a LER e ESCREVER por elas e para elas.
CREIO que nossas possibilidades de progresso são determinadas e limitadas por nossa competência em leitura e escrita.
CREIO, por isso, que a linguagem constitui a ponte ou o arame farpado mais poderoso para dar passagem ou bloquear o acesso ao poder.
CREIO que o homem é um ser de linguagem, um animal semiológico, com capacidade inata para aprender e dominar sistemas de comunicação.
CREIO, assim, que a linguagem é um DOM, mas um DOM de TODOS, pois o poder de linguagem é apanágio da espécie humana.
CREIO que o educando pode crescer, desenvolver-se e firmar-se lingüisticamente, liberando seus poderes de linguagem, através da simples exposição a bons textos.
CREIO, por isso, em M. Quintana, que afirmou: "Aprendi a escrever lendo, da mesma forma que se aprende a falar ouvindo, naturalmente."
CREIO, pois, no aluno que se ensina, no aluno como um auto/mestre, num processo de auto-ensino.
CREIO que o ato de escrever é, primeiro e antes de tudo, fruto do desejo de nos multiplicarmos, de nos transcendermos, e mesmo de nos imortalizarmos através de nossas palavras.
CREIO, juntamente com quem escreveu aos coríntios, que a um o Espírito dá a palavra de sabedoria; a outro, a palavra de ciência segundo o mesmo Espírito; a outro, o mesmo Espírito dá a fé; a outro, ainda, o único e mesmo Espírito concede o dom das curas; a outro o poder de fazer milagres; a outro, a profecia; a outro, ainda, o dom de as interpretar.
CREIO que a ti te foi dado o poder da PALAVRA.
CREIO, por isso, na tua paixão pela palavra. Para anunciar esperanças. Para denunciar injustiças. Para in(en)formar o mundo com a-vida-toda-linguagem.
PORTANTO, vem! Levanta tua voz em meio às desfigurações da existência, da sociedade: tu tens a palavra. A tua palavra. Tua voz. E tua vez.

Gilberto Scarton

VAMOS LER POESIA?




Tu, ontem,
Na dança
Que cansa,
Voavas
Co' as faces
Em rosas
Formosas
De vivo,
Lascivo
Carmim;
Na valsa,
Tão falsa
Corrias,
Fugias,
Ardente,
Contente,
Tranqüila,
Serena,
Sem pena
De mim!
Quem dera
Que sintas
As dores
De amores
Que louco
Senti!
Valsavas:
- Teus belos
Cabelos,
Já soltos,
Revoltos,
Saltavam,
Voavam,
Brincavam,
No colo
Que é meu:
E os olhos
Escuros
Tão puros,
Os olhos
Perjuros
Volvias,
Tremias,
Sorrias,
Pra outro
Não eu!

(Casimiro de Abreu)